Omar é o meu preço de barganha

Na Jemaa el-fnaa, espinal medula da marroquina Marraquexe, há um corrupio aldeão e inquilinos provisórios que bebem laranjas, onde é preciso atingir o coração na barganha

Por Vanessa Rodrigues, Marraquexe

A praça é o peito de Marraquexe. É uma aldeia pulsante e é preciso espreitar as janelas das gentes de fala de som roufenho, ainda que as lojas não tenham portas. Há vizinhos que se conhecem e inquilinos provisórios: os forasteiros são bem-vindos, mas toda a indiferença não será perdoada. É preciso ter tempo, vaguear pelo povoado. O calor traz-nos os cheiros temperados, o acre do açafrão vem quase refogado, o queimado das carnes agarra-se à complexidade do agridoce das tâmaras e o incenso hidrata o ar.

Para ler mais ir para link da Soltrópico, onde originariamente o texto foi publicado a 2o de Julho de 2012

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